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Abril de 2017
Sábado

COMUNIDADE ECOLÓGICA DO PANTANAL

Publicado por admin On julho - 28 - 2010

Apresentação:

TERRITÓRIO ECOLÓGICO DO PANTANAL

1) – DAS ORIGENS:

A proposta de criação do Território Ecológico do Pantanal tem origens remotas na velha aspiração da cidade de Corumbá, junto com sua vizinha Ladário, hoje pertencentes ao Estado de Mato Grosso do Sul, de formarem uma unidade federativa independente, desde muito antes da Divisão de Mato Grosso, efetivada em 1979.

Corumbá é hoje a terceira mais populosa cidade de MS, sendo o mais antigo município do Estado, do qual, até a primeira metade do século XX, era sua mais importante metrópole comercial e política, a ponto de, no princípio do século passado, ter sediado temporariamente a Assembléia Legislativa de Mato Grosso, apesar de oficialmente a Capital ser em Cuiabá.

Como mais importante porto do Estado, sendo o terceiro mais importante do país, atrás apenas de Santos e Manaus, Corumbá era a porta de entrada e de saída de todo tipo de mercadorias através do Rio Paraguai, como ponto final de embarcações de calado oceânico, interligando-a as demais metrópoles da Bacia do Prata, tais como Asunción, Buenos Aires e Montevideo.

O município de Corumbá, com 65 mil quilômetros quadrados, é o mais extenso do Estado, representando quase 20 por cento da área total de Mato Grosso do Sul, sendo considerado ainda um dos maiores municípios do mundo, com uma extensão territorial maior que a de boa parte dos países existentes.

Seus limites abrangem dezenas de municípios de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, além de ter fronteiras com a Bolívia e Paraguay. Situada no coração do Pantanal Matogrossense, é conhecida e denominada justamente como “Capital do Pantanal”. Esta importância estratégica fez com que durante a Guerra do Paraguay ( 1864-1870 ), a cidade fosse tomada pelas forças de Solano López, sendo Retomada (feriado estadual em MS) no dia 13 de Junho de 1867.

A arquitetura da cidade, tombada pelo Patrimônio Histórico, guarda e testemunha este passado histórico, sendo diferente de tudo que se conhece no Brasil, com suas características semelhantes às demais metrópoles da Bacia do Prata, como Asunción, Buenos Aires e Montevideo. Devido sua posição estratégica, a região chegou a contar com 6 fortalezas, das quais ainda sobrevivem os Fortes Coimbra e Junqueira.

Apesar de toda essa influência estrangeira, Corumbá é, ao contrário do que seria de se esperar, como única cidade brasileira perdida e reconquistada em batalhas (Porto Velho ainda não era oficialmente Brasil, quando tomada dos bolivianos), onde se defendeu bravamente a nacionalidade brasileira a ferro, fogo e sangue de seus ancestrais, sendo arrasada e reconstruída. Após a Guerra do Paraguay, Corumbá renasceu para conquistar a liderança de uma vasta região do interior da América do Sul, incluindo partes da Bolívia e Paraguay, situação que ainda prevalece, mesmo diminuída.

Chegou a ter 25 agências de bancos internacionais e mais de uma dezena de Consulados, especialmente europeus. No início do século passado, foi apelidada como “pequena Babel”, pois ali se falava os mais diferentes idiomas, sendo o português o menos fluente na região. É hoje o mais importante centro urbano situado na imediata fronteira com os países da América do Sul.

Com a chegada dos trilhos da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil, vindos de São Paulo cortando o sul do então Mato Grosso até chegar à margem esquerda do Rio Paraguai, no distrito corumbaense de Porto Esperança, em 1914, a cidade entrou em declínio, sendo transformada de “portal de Mato Grosso” para “quintal” do Estado, já que antes a única ligação com o resto do Brasil e o mundo era através da navegação pelo Rio Paraguai.

Solapada em sua vocação natural como centro de navegação e comércio, Corumbá viveu desde então um êxodo de seus maiores comerciantes, muitos dos quais foram construir a prosperidade da então vila de Campo Grande, hoje Capital de MS. Sua população também entrou em diáspora, restando hoje cerca de 120 mil habitantes, quando deveria ter, caso fosse mantido o progresso dos tempos áureos do começo do Século XX, pelo menos 1,5 milhão de moradores. Durante a década de 70, a população local chegou a regredir numericamente, pois esse processo imigratório na verdade nunca mais cessou, até estancar nas últimas décadas.

A cidade conseguiu sobreviver com sua economia baseada na pecuária, (possuindo cerca de 4,5 milhões de cabeças de gado), mineração (com a exploração de uma das maiores reservas de minério de ferro e manganês do mundo, a Serra do Urucum), indústrias siderúrgicas, fábrica de cimento, exportação para a Bolívia e mais recentemente como porto exportador de cereais (a vizinha Bolívia é hoje a 7ª. maior exportadora mundial de soja, graças à presença maciça de agricultores brasileiros), com a travessia do gasoduto Bolívia-Brasil (que entra no Brasil através do município) e principalmente com o Turismo, este em franca expansão da atualidade (tendo como atrações a beleza natural, pesca no Pantanal, patrimônio histórico, festas folclóricas, eventos culturais, compras nas Zonas Francas bolivianas próximas, entre outras).

A Divisão MT-MS foi extremamente injusta com Corumbá e Ladário, riscando e dividindo o Pantanal de forma inconseqüente, já que se constitui um único ecossistema, uma única bacia hidrográfica, um único clima, uma mesma amálgama étnica e inclusive lingüística (com influência da língua nativa Guarany, especialmente no campo e nas tribos), com os mesmos costumes, cultura, folclore, grupos indígenas, história, origens e tudo mais que representa a verdadeira e indivisível Identidade Pantaneira.

Em duas ocasiões a criação do Estado do Pantanal esteve prestes a acontecer. Na primeira delas, em 1991, o Deputado Federal corumbaense Elísio Curvo tinha o compromisso pessoal assumido pelo então Presidente Fernando Collor de assinar a criação do Estado Pantanal, mas seu impeachment acabou impedindo que isso se concretizasse (veja matéria de jornal, no final). Em 2003, o Deputado Federal Fernando Gabeira (PV-RJ), apresentou um Projeto de Lei semelhante, em função do que foram inclusive realizadas consultas públicas em diversas cidades de MT e MS, com objetivo de se realizar um Plebiscito na região, mas a idéia, logicamente, não teve o apoio político regional necessário.

O antigo e nunca esquecido sonho de Corumbá e Ladário, juntamente com os demais municípios Pantaneiros, de formarem uma unidade independente de MT e MS, dentro da Federação, entretanto, que já era distante, torna-se cada dia mais uma utopia, indo inclusive contra a tendência mundial que caminha exatamente para o inverso, com a integração e a derrubada de fronteiras comerciais e até mesmo nacionais, como é o caso da Comunidade Européia, da ALCA e do próprio Mercosul.

Mas é exatamente dentro desse sistema moderno em que se fundamenta a formação das Comunidades transnacionais, que renascem as esperanças de Corumbá e Ladário de alcançarem o resgate do justo merecimento pela importância histórica, promovendo a reunificação da Identidade Pantaneira, através da formação de um Território ou Comunidade Ecológica do Pantanal, entidade transnacional e transestadual cuja sede, ou capital natural, não poderia ser outra senão Corumbá, situada numa cadeia de montanhas que representa uma verdadeira ilha no centro geográfico dessa região que se pretende alcançar, integrar e beneficiar com este Projeto.

É fato que, em função do estado de degradação do meio ambiente a que chegou a Humanidade nas últimas décadas, a preservação da natureza assume hoje a importância prioritária, como norteadora de todas as ações sociais, econômicas e políticas em todo o mundo, tendência essa que – acreditamos – está apenas em processo de início de conscientização e aplicação, citando como exemplos o Protocolo de Kioto, os Créditos de Carbono e a evidência do Etanol perante o mundo na atualidade, entre outros.

A criação da Comunidade Ecológica do Pantanal se justifica pela necessidade de integração macro-regional e de unificação de todas as políticas e legislações ambientais nos estados e países envolvidos, com a finalidade de garantir um desenvolvimento econômico e social sustentável, dentro de políticas unificadas e uniformes aplicadas em toda a região, tendo como premissa a preservação ecológica desse complexo e já tão prejudicado ecossistema, um dos mais ricos do mundo, declarado Patrimônio Nacional pela Constituição de 1988 e Patrimônio da Humanidade e Reserva da Biosfera pela UNESCO.

Esta entidade internacional e interestadual reunirá esforços de governos nacionais, estaduais, municipais e seus correspondentes na Bolívia e Paraguay, ou seja, as administrações dos governos centrais, departamentais, provinciais, municipais e das alcaldías que formam geográfica e hidrograficamente o Grande Pantanal, que envolve vastas regiões do chamado Chaco Boreal Paraguayo e o Tacuaral ou Chaco Boliviano, este ultimamente já assumindo a denominação de Pantanal Boliviano.

No Brasil, devido à visão geocêntrica de sua supremacia territorial, econômica e política, criou-se a impressão de que o Pantanal existe apenas no lado brasileiro. Entretanto, o mesmo não está limitado apenas à margem direita do Rio Paraguai: o verdadeiro Pantanal se estende, abrange, ou melhor, integra vastas regiões limítrofes da Bolívia e Paraguay, hoje geopoliticamente separadas, conforme se verifica nas imagens.

2) – DOS FUNDAMENTOS:

Mesmo assim, a criação dessa Comunidade ou Território Ecológico haverá de ter como base territorial não apenas os municípios cujo ecossistema apresentam características tipicamente Pantaneiras e sim, sua amplitude deverá, obrigatoriamente, ter como abrangência os territórios cuja drenagem fluvial tenha como desaguadouro natural os rios que formam a Bacia do Prata, ou mais exatamente, a Bacia do Rio Paraguai.

Isto porque a unificação de todas as políticas ambientais visando a preservação e o desenvolvimento sustentável do Pantanal, não pode prescindir de medidas ecológicas que abranjam, inclusive, desde as cabeceiras de todos os rios que correm para o interior da América do Sul, já que a preservação, por exemplo, das matas ciliares é um dos fatores determinantes para manutenção da perenidade dos rios Pantaneiros. Consequentemente, isto será a base de qualquer sistema eficiente de conservação da fauna e flora macro-regionais que se conceba, com conseqüências no próprio clima regional e planetário.

Como exemplo, destaca-se o caso da região agrícola de Mato Grosso do Sul, situada nos altos do Planalto Brasileiro e acima da Serra da Bodoquena, cujos rios correm em direção ao Pantanal. A devastação ocorrida nas matas ciliares de municípios como São Gabriel d’Oeste, Rio Verde, Coxim, Sonora e outros que viveram a explosão da agrícultura nas décadas passadas, ocasionou o completo assoreamento do Rio Taquari, um dos mais importantes do Pantanal. Antes navegável em quase toda extensão, o Taquari está hoje reduzido a bancos de areia, desalojado de sua calha natural, enquanto suas águas invadem, inundam e inutilizam centenas de fazendas antes dedicadas à criação de gado, a única alternativa econômica que sempre conviveu razoavelmente com o ecossistema regional.

Mapa da Bacia do Rio Paraguai, abrangendo partes de MS, MT, Bolívia e Paraguay.

3) – DA ESTRUTURA:

A Comunidade Ecológica do Pantanal, será uma entidade jurídica com autonomia financeira e administrativa com abrangência em todos os municípios de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul que formam a região do Pantanal Matogrossense e cujos rios formam a Bacia do Rio Paraguai. Deverá incluir no Paraguay os Departamentos de Alto Paraguay, Boquerón, Presidente Hayes, Concepción e San Pedro. Na Bolívia, as Províncias de Chiquitos, Germán Busch, Cordillera e Ángel Sandóval, integrantes do Departamento de Santa Cruz de la Sierra, em sua região conhecida como Oriente Boliviano.

Seu objetivo fundamental é integrar, unificar e padronizar as legislações ambientais existentes e propor aperfeiçoamentos, de forma a assegurar um desenvolvimento sustentável através das políticas públicas e privadas que envolvam a região.

Terá como Capital geográfica e administrativa a cidade de Corumbá, Mato Grosso do Sul, onde deverá ser construída uma sede onde terão gabinetes os representantes indicados por pelos países constituintes, Estados, Municípios brasileiros e Departamentos, Províncias e Alcaldías da Bolívia e Paraguay, que ocuparão as cadeiras da Assembléia, Conselho ou Congresso Pantaneiro, junto com um Centro de Convenções onde serão realizadas as Grandes Assembléias mensais no último final de semana de cada mês.

Organicamente, o Congresso Pantaneiro terá representantes com cadeiras e poder de voto indicados nas seguintes categorias:

a) – Governos Nacionais: representantes de Ministérios do Meio-Ambiente, órgãos fiscalizadores, Fundações e Institutos ambientais de alcance nacional do Brasil, Bolívia e Paraguay;

b) – Governos Estaduais: representantes de Secretarias de Meio-Ambiente, Polícias Florestais, Fundações, Institutos e demais órgãos ligados à ecologia, de MS, MT, Províncias e Departamentos do Paraguay e da Bolívia;

c) – Governos Municipais: representantes das Secretarias, Fundações, Institutos e demais órgãos ligados à ecologia, de todos os municípios de MT, MS, bem como de todas Alcaldías dentro da região na Bolívia e Paraguay;

d) – ONGS: Organizações Não-Governamentais de reconhecida atuação e efetiva participação no processo de preservação ambiental no território abrangido pela Comunidade;

Em outra categoria, como observadores e colaboradores independentes, mas sem poder de voto, atuando como fornecedores de subsídios, estudos e sugestões:

a) – Representantes ligados a Partidos Políticos compromissados com o meio-ambiente;

b) – Representantes de entidades internacionais, a exemplo da ONU, Unesco, Comunidades Econômicas e outros.

c) – Representantes de ONGs e entidades de alcance mundial na preservação do meio-ambiente.

Cada um dos países envolvidos, Brasil, Bolívia e Paraguay, terá sua sede regional da Comunidade e do Congresso Pantaneiro, sendo legítima e natural a escolha de Puerto Suárez na Bolívia e Fuerte Olimpo no Paraguay, onde se reunirão semanalmente os representantes regionais de cada país, debatendo e apontando pautas de negociação ou aprovação para a Assembléia Geral do final de cada mês em Corumbá.

O Estado de Mato Grosso terá como sede estadual da Comunidade Ecológica do Pantanal, a cidade de Cáceres, situada em pleno Pantanal, cuja legitimidade se acentua pelos laços históricos e culturais que mantém com a Bacia Prata, situada às margens do Rio Paraguai.

O Estado de Mato Grosso do Sul terá como sede regional a cidade de Miranda, por estar em pleno Pantanal e a uma distância equilibrada com relação aos demais municípios do Pantanal e integrantes da Bacia do Rio Paraguai, tais como Aquidauana, Anastácio, Porto Murtinho, Bela Vista, Guia Lopes, Jardim, Bonito, Bodoquena, Rio Negro, Rio Verde, Coxim, Dois Irmãos do Buriti, Terenos e outros.

Estima-se que com as diversas categorias de representantes com cadeira e voto na Assembléia Geral, o Congresso Pantaneiro deverá ter cerca de 300 membros indicados pelos países, estados, províncias, municípios e ONGs da região.

Trata-se de um projeto auto-sustentável cujo ônus para o Governo Brasileiro será praticamente nulo, já que cada representante terá sua remuneração e demais despesas bancadas e diluídas pelos próprios Governos, Prefeituras e demais entidades envolvidas.

Será necessária a construção de uma sede permanente do Congresso Pantaneiro, com previsão de pelo menos 300 gabinetes, com ocupação para dois funcionários cada, sendo um(a) secretário(a) e um(a) chefe de gabinete, o que vai gerar cerca de 600 empregos diretos em Corumbá, a Capital da Comunidade. Estes recursos serão buscados juntos aos respectivos Governos Nacionais, Estaduais e Municipais, e seus equivalentes no Paraguay e Bolívia, além de organismos internacionais e iniciativa privada.

A Capital terá com isso, a criação de um “evento” fixo que é a reunião mensal para a Assembléia Geral, fato que vai gerar o trânsito de pelo menos 600 visitantes (300 representantes e seus assessores) todo final de mês, injetando na economia local uma forte circulação de dividendos e dinamizando o Turismo regional, bem como a criação de milhares de empregos indiretos.

Além disso, este projeto significa um forte incentivo à arte, artesanato, cultura, folclore e mesmo esporte, com a realização de eventos paralelos durante a semana que antecede e se encerra com a Assembléia Geral, estimulando o desenvolvimento e divulgando os produtos típicos regionais.

A Comunidade Ecológica do Pantanal terá como objetivo máximo no território brasileiro, a criação de uma Superintendência do Desenvolvimento do Pantanal – SUDEPAN, entidade que sucederia e substituiria o extinto PRODEPAN – Programa de Desenvolvimento do Pantanal (que funcionou entre 1974 a 1978) como conseqüência da desativação da SUDECO – Superintendência do Desenvolvimento do Centro-Oeste.

Durante a vigência do PRODEPAN, Corumbá foi sede dessa organização que reuniu 26 dos municípios de Mato Grosso (ainda antes da Divisão de MT), envolvendo em seu território de abrangência o equivalente a 59% da população do Estado ainda uno.

O PRODEPAN foi o sucessor natural do CIDEPAN, Consórcio Intermunicipal para o Desenvolvimento do Pantanal, criado em 1971. Contava com a participação inicial de quinze municípios do Pantanal, tendo participado do 1º Encontro do PRODOESTE, que contou, também, com a presença do então Ministro Reis Veloso, responsável pela formação de um Grupo de Estudos para um Programa de Desenvolvimento do Pantanal, constituído por representantes do Ministério do Planejamento, do Governo estadual, municípios e entidades regionais.

O primeiro presidente do CIDEPAN foi o então prefeito de Corumbá, Acyr Pereira Lima (1971-1974), fato que reafirma a liderança natural e indiscutível desta cidade em toda a região do Pantanal. A Divisão de Mato Grosso, efetivada em 1979, com a separação do Território Pantaneiro, foi uma das causas da dissolução ou pelo menos, a dispersão das iniciativas regionais integradas. O objetivo maior deste projeto é de reunificação e integração macro-regional, agora com uma visão e alcance internacional, seguindo a tendência mundial das Comunidades Econômicas, desta feita tendo tudo para ser a primeira no mundo voltada para Ecologia, modelo que poderá ser replicado com relação à Amazônia (com a criação da Comunidade Ecológica da Amazônia, com sede em Rio Branco do Acre).

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Em 2005 foi firmada a “Carta de Poconé”, entre os cinco países que integram o sistema dos Rios Paraguai e Paraná: Argentina, Brasil, Bolívia, Paraguay e Uruguai. A Carta prevê ações para a conservação e o desenvolvimento sustentável de forma integrada da Bacia do Prata. Também, a conformação de um GT (Grupo de Trabalho) com membros de todos os países envolvidos, propondo as principais atividades do grupo. Mais de 20 milhões de pessoas vivem dentro das Bacias dos Rios Paraguai e Paraná, maior sistema hídrico da América do Sul.

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Segundo a WWF, existem no Pantanal 650 espécies de aves, 80 de mamíferos, 260 de peixes e 50 de répteis. É uma região de grande importância para preservação da biodiversidade, considerada um dos maiores centros de reprodução da fauna da América. Já foram catalogados ali mais de 263 espécies de peixes, 122 espécies de mamíferos, 93 espécies de répteis, 1.132 espécies de borboletas, 656 espécies de aves e 1.700 espécies de plantas.

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LINKS PARA PESQUISA:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Pantanal 
http://es.wikipedia.org/wiki/Chaco_Boreal
http://pt.wikipedia.org/wiki/Corumbá
http://en.wikipedia.org/wiki/Paraguay
http://pt.wikipedia.org/wiki/Bolívia
http://pt.wikipedia.org/wiki/Santa_Cruz_(Departamento)

FELIPE PORTO
Jornalista, Escritor, Terapeuta, Empresário e ativista de Direitos Humanos
Contatos: (61) 9221-0058 (celular), 3226-0003 (escritório) ou 3322-8060 (loja)
Referências pessoais:
http://www.portaldf.com.br/credenciais/
E-mail: felipeporto.com@gmail.com

Brasília – DF, 21 de Setembro de 2007

“Pela reunificação da Identidade Pantaneira”

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É O NOSSO VELHO E ETERNO SONHO QUE GANHA UMA NOVA E VIÁVEL CHANCE DE VIRAR REALIDADE !!!

COMUNIDADE ECOLÓGICA DO PANTANAL
VEJA A REPERCUSSÃO EM POUCOS DIAS APÓS A PRIMEIRA DIVULGAÇÃO:

CORREIO DE CORUMBÁ:

http://correiodecorumba.com.br/jornal/index.php/ver_categoria/categoria/pequenas_noticias
http://correiodecorumba.com.br/jornal/index.php/ver_versao_impressa/territorio_ecologico_do_pantanal/
http://correiodecorumba.com.br/jornal/index.php/ver_versao_impressa/injustica_cometida_contra_elisio_curvo/
http://correiodecorumba.com.br/jornal/index.php/ver_versao_impressa/elisio_curvo_se_manifesta/

PARTIDO VERDE:

http://www2.pv.org.br/noticia.kmf?noticia=8258149&canal=253
http://pv2.interjornal.com.br/noticia.kmf?noticia=8258149&canal=253&total=20620&indice=0
http://pv2.interjornal.com.br/noticia.kmf?noticia=8258149&canal=253&total=24702&indice=10

PANTANALNEWS:

http://www.pantanalnews.com.br/contents_print.php?CID=23027
http://www.pantanalnews.com.br/contents.php?CID=23027

MATÉRIAS RELACIONADAS:

http://www.estado.com.br/editorias/2006/05/02/ger108461.xml
http://www.gabeira.com.br/noticias/noticia.asp?id=2299
http://www.gabeira.com.br/noticias/noticia.asp?id=2272
http://www.diariodecuiaba.com.br/detalhe.php?cod=246823&edicao=11457&anterior=1

SITE OFICIAL DO PROJETO:

http://www.portaldf.com.br/sudepan/

PESQUISE NO GOOGLE (cada dia tem mais):

http://www.google.com.br/search?q=”Comunidade+Ecológica+do+Pantanal”&hl=pt-BR&filter=0

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POSIÇÃO DE LINKS ATUALIZADA SOMENTE ATÉ DIA 31/03/2009

TEXTO REVISADO EM 27/07/2010 PARA O JORNAL “TRIBUNA BRAZILIANA” E BLOG DO AUTOR

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VEJA A VERSÃO ATUALIZADA DE JANEIRO  DE 2013 DESTE PROJETO, NOS LINKS:

www.portaldf.com.br/sudepan

www.portaldf.com.br/jornal/materias/comunipan

E conheça nossa página no Facebook, com atualizações constantes sobre este Projeto:

www.facebook.com/Comunidade.Ecologica.do.Pantanal

que fez com que o assunto ganhasse dezenas de milhares de referências no Google, confira:

Pesquisa Google: “Comunidade+Ecológica+do+Pantanal”

NOSSO PROJETO JÁ TEM PARECER FAVORÁVEL DO MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE, ENCAMINHADO PELA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA!

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1 Resposta

  1. vagoSomiema Diz:

    Nice site ….)

    Publicado em fevereiro 22nd, 2011 at 10:22

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