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Abril de 2017
Sábado

MEDIOCRIDADE NACIONAL É RECONHECIDA PELO MUNDO

Publicado por admin On fevereiro - 25 - 2011

 BURRICE NACIONAL É DESTAQUE
MUNDIAL COM PRÊMIO IGNOBEL

Incapaz de produzir qualquer talento merecedor do destaque máximo mundial de intelectualidade que é o Prêmio Nobel, a certeza proposta em alguns comentários recebidos da matéria que iniciou esta série, de que o Brasil seria merecedor de prêmios apenas pelas estatísticas campeãs em todos os índices DAQUILO QUE NÃO PRESTA NUM POVO, um leitor nos informou que o país já possui um título internacional em seu “currículo” como nação de desmiolados, que é a conquista do Prêmio IgNobel.

Antes de entrar em maiores detalhes, vamos às definições, procurando citar apenas a informações encontradas na própria internet, para que não sejamos mais uma vez acusados de “exagerados”, “falaciosos” ou mesmo anti-patriotas:

Pesquisa na Wikipédia – sobre o Prêmio IgNobel:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Pr%C3%AAmio_IgNobel

“O Prêmio IgNobel é uma sátira do Prêmio Nobel e é dado a cada outono para a descoberta científica mais estranha do ano. Os prêmios são entregues para honrar estudos e experiências que primeiro fazem as pessoas rir, e depois pensar. Foram criados pela revista de humor científico Annals of Improbable Research (Anais da Pesquisa Improvável), e os prêmios são entregues em Harvard.

A ideia é premiar pesquisas raras, honrar a imaginação e atrair o interesse público para a ciência, a medicina e a tecnologia.

Foram entregues pela primeira vez em Harvard em 1991, sendo a cerimônia abrilhantada pela presença de verdadeiros laureados com o prêmio Nobel, que entregam o respectivo Prêmio IgNobel ao vencedor, numa cerimônia que até (desde 1996) inclui uma mini-ópera, a meias entre cantores de ópera profissionais e laureados com prêmios Nobel.

Em resumo, o Prêmio IgNobel é uma paródia do prestigiado Prêmio Nobel – dado todos os anos em Estocolmo e Oslo (na Suécia e Noruega), aos pesquisadores e profissionais que se destacaram em determinadas áreas. Neste caso, o objetivo dos criadores do Prêmio IgNobel é destacar aqueles pesquisadores que produziram os trabalhos mais ridículos, inúteis, idiotas, sem sentido, enfim, uma verdadeira perda de tempo que pouco ou absolutamente nada acrescentam ao conhecimento humano.

Veja a lista de ganhadores do Prêmio IgNobel na Wikipédia:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Anexo:Lista_de_ganhadores_do_Pr%C3%AAmio_IgNobel

Pelo menos até a data da publicação desta matéria, a lista ainda estava intacta, ou seja, nenhum brasileiro pilantra passou por lá para fraudar, ou talvez até tenha passado, mas como não se trata de nenhuma “vantagem” para o país surrupiar prêmios deste tipo, provavelmente continuará imune e não será vítima de apropriação indébita, como é o caso da lista dos verdadeiros ganhadores de Prêmios Nobel.

Pesquisa no Dicionário do significado da palavra “ignóbil”:

http://www.dicionarioinformal.com.br/buscar.php?palavra=ign%F3bil

Ignóbil – significado:

1 – Que não possui nobreza. Vil, vulgar.
2 – adj. Que é de uma baixeza repugnante: procedimento ignóbil. Baixo, vil, abjeto, infame, torpe.
3 – pessoa má, sem carater egoista, sem pudor, tudo o que faz é simplesmente para si próprio.

Portanto, estes são os significados da palavra “ignóbil”, aproveitada para parodiar o Prêmio Nobel verdadeiro e servem para dar uma boa medida do que representam as pesquisas merecedoras do Prêmio IgNobel, o único que a “ciência” brasileira e a “inteligência” nacional conseguiram produzir e conquistar até hoje. Inserimos essas definições da palavra “ignóbil” também pelo fato de vivermos num país com 78% de semi-analfabetos (incapazes de interpretar um enunciado simples, conforme padrões internacionais), freqüentador dos últimos lugares nos Testes PISA, 73º lugar no mundo em taxa de IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), enfim, um país de “Tiriricas” e “Lulas” da vida. Com tantos abestados, desmiolados, semi-analfabetos e boçais por metro quadrado, é bem provável que a grande maioria sequer saiba o que quer dizer “ignóbil”, por isso preenchemos esta lacuna com a informação acima…

CONHEÇA NOSSOS DESTAQUES MUNDIAIS

Feitas estas explicações mais elementares, vejamos então quem são esses “grandes brasileiros” que conquistaram (sim, são dois, prova de que nossa burrice é em dobro) um “prêmio” perante a Humanidade pela “qualidade” de suas pesquisas, acessando o site da Folha.com que trouxe matéria sobre o “prêmio” brasileiro:

http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u451675.shtml

Outros detalhes na matéria publicada no site Meiobit, reproduzida a seguir:

http://meiobit.com/19562/ignobel-e-do-brasil-sil-sil

IgNobel: é do Brasil, sil, sil!

por Marcellus Pereira

Quem ainda acha que nossa pesquisa científica não é pródiga, agora terá que se calar ante a grandeza do prêmio: dois brasileiros são vencedores do igNobel de Arqueologia!

Para quem não conhece (se é que existe tal pessoa), o prêmio é uma sátira ao famoso Prêmio Nobel e anualmente condecora os trabalhos mais… esdrúxulos… da ciência mundial. Detalhe: a honraria é entregue na Universidade Harvard!

Os professores Astolfo Gomes Mello Araujo e José Carlos Marcelino, da USP, mereceram o laurel pelo trabalho de 2003 intitulado “The Role of Armadillos in the Movement of Archaeological Materials: An Experimental Approach”. Ou seja: como os tatus podem bagunçar sítios arqueológicos, mudando completamente o entendimento do passado.

O trabalho, apesar de curioso e até engraçado para o leigo, é sério. Segundo reportagem da folha, o professor Astolfo recebeu a notícia com bom-humor, mas infelizmente não pôde pedir à Finep o financiamento da viagem para receber o prêmio. Aqui, caberia uma ressalva: por mais engraçado que possa parecer, e justamente por isso, seria uma ótima forma de chamar atenção para a Ciência, especialmente junto às crianças. Parabéns aos professores Astolfo e José Carlos!

E depois ainda tem um bando de “brasidiotas” que tentam me contestar quando afirmo que a burrice brasileira é reconhecida mundialmente. É interessante observar os comentários da matéria original que deu origem a esta série, que vem recebendo comentários com derramados elogios em diversas línguas do mundo, enquanto que as críticas (e até ataques à minha pessoa!) só partem de “patridiotas” que de tão medíocres são incapazes de reconhecer nossa deficiência intelectual perante os demais países, outros povos, enfim, o mundo e a Humanidade.

Acho que o Brasil só não ganhou mais prêmios mundiais porque não existem outros tipos de “láureos” que contemplem a ignorância, burrice, corrupção, desonestidade, vagabundagem, violência, safadeza, enfim, tudo aquilo que de pior um povo pode ter em comparação com os demais países. Aliás, o Brasil também merece um Prêmio IGNOBEL em nome de toda sua população, pelo “conjunto da obra”…

“Duas coisas são infinitas: o universo e a burrice humana. Mas a respeito do universo ainda tenho dúvidas”, disse Albert Einstein.

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