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Archive for julho, 2010

O “KARMA” DO BRASILEIRO…

Postado por Felipe Porto On julho - 30 - 2010 1 Comentário

SINTOMAS DO “KARMA 8″:
AUSÊNCIA DAS LETRAS H, Q e Z

De acordo com a Numerologia, as pessoas que não possuem as letras H, Q ou Z no nome, carregam nesta vida o chamado “Karma 8″, que é a dificuldade de alcançar a estabilidade material. Segundo a tradição, foram pessoas que tiveram tudo na vida passada, dinheiro, status e poder, mas usufruíram dessas vantagens de maneira errada, gastando excessivamente, com luxo e esbanjamento ou viveram com extrema avareza e egoísmo, por isso nesta vida estão de volta para reaprender a lidar com o dinheiro. Como vieram “mal acostumadas” para esta vida, apresentam em seu comportamento e na relação com o dinheiro, boa parte dos exageros anteriores, só que desta feita o dinheiro não vem com a mesma facilidade.

Conforme mais de 600 mil análises numerológicas computadorizadas realizadas ao longo de cerca de 20 anos, inicialmente através de anúncios, depois participando de eventos (principalmente em Shoppings) e de uns anos para cá através da internet, o numerólogo constatou que o “Karma 8″ está presente no nome de pelo menos 80 por cento da população brasileira, o que explica exatamente algumas das “qualidades” de nossa população.

Se Você não possui as letras H, Q ou Z no seu nome, veja quais sintomas estão presentes em sua vida e avalie se seu “Karma 8″ é baixo, médio ou alto: 

01) – O pé normalmente vem grande ou acima da média, para gastar mais dinheiro com calçados; 

02) – Roupas ou calçados baratos NUNCA satisfazem, apenas aqueles de GRIFE e MAIS CARAS; 

03) – Compra sempre movido por impulso, muitas vezes gastando o dinheiro com coisas inúteis que acabam ficando logo deixadas de lado, sem uso; 

04) – Come acima do normal, quase sempre exageradamente; 

05) – Em conseqüência disso, fica sonolento, dorme demais, tem preguiça, o que leva a reclamar de qualquer esforço: o trabalho é um verdadeiro trauma, cansando-se facilmente; 

06) – Quando está trabalhando, o que é raro, qualquer motivo é justificativa para “pedir as contas”, quando não é demitido antes, voltando ao seu ESTADO NORMAL, que é ficar à toa, reclamando da vida e botando a culpa nos outros; 

07) – Quando finge estar procurando emprego, nunca fica satisfeito com a vaga: É A EMPRESA OU O TRABALHO QUE NUNCA SE ENQUADRAM EM SEU PERFIL e não o que seria correto, ou seja, o candidato é que teria que se enquadrar no perfil do emprego; 

08) – A comida acessível, disponível ou barata É SEMPRE “RUIM” E ATÉ “FAZ MAL” (mesmo sem mesmo ter experimentado antes). Só a comida mais cara é que é “realmente boa”, normalmente aquelas de de “fast-food”, cheias de colesterol e gordurentas em geral; 

09) – Bebe, fuma, joga e outros vícios sempre em excesso ou com extravagâncias, normalmente muito acima de suas condições de sustentá-los; 

10) – Faz sexo em exagero, talvez porque seja “bom e de graça”. Não se contenta em não conseguir sustentar sequer uma parceira(o) ou família e arruma mais outra(o), quando não outras(os), para botar mais filhos no mundo e perpetuar seu Karma de irresponsabilidade; 

11) – Joga todo dinheiro que consegue em banalidades, gabolices, inutilidades e outras futilidades, impulsionado apenas pelo que “dá moral”. O sonho número 1 é ter um carro zero último tipo, uma TV que parece um cinema, um som tipo trio elétrico, um celular de última geração, por exemplo. 

12) – Para satisfazer esses defeitos de personalidade, gasta acima das possibilidades, arrumando dívidas que nunca vai ter condições de pagar, ou passará boa parte da vida inadimplente, com o nome sujo na praça; 

13) – Devido a tantas vaidades a satisfazer, nunca tem dinheiro para pagar as despesas mais elementares, tipo aluguel, conta de água, luz, telefone, prestações, impostos e outros GASTOS FUNDAMENTAIS na vida de um cidadão exemplar. Tratar dos dentes ou estudar, por exemplo, só em último caso. Isso vale para os filhos também, se já os tem ou terá no futuro; 

14) – O horário de trabalho É SAGRADO. Mas somente na HORA DA SAÍDA, que nunca pode ser além do que devia. Se é que consegue agüentar até lá. Para chegar ao trabalho, bem esse horário realmente NÃO É SAGRADO… 

15) – O portador do “Karma 8″ é do tipo que “VIVE MORRENDO”: “morre” de sono, “morre” de cansaço, “morre” de fome, “morre” de sede, “morre” de vontade de ir no banheiro, “morre” de dor de cabeça, “morre” de frio, “morre” de calor, enfim “morre” por qualquer coisa insignificante e que pode perfeitamente aguardar um pouquinho mais. A única coisa pela qual nunca irá “morrer” é de vontade de trabalhar; 

16) – Sempre surge “um motivo de força maior”, alguém “adoece”, “perde a condução”, “não consegue acordar” e outras desculpas esfarrapadas, quando tem um compromisso importante a cumprir, principalmente quando o assunto é trabalho. Mas para festa, diversão e lazer sempre está de prontidão para aproveitar, nunca se cansando e não tendo horário para parar, varando as madrugadas se preciso for; 

17) – Com esse “perfil” acima, em maior ou menor grau, em toda equipe de trabalho (isso quando raramente estará “trabalhando”), as únicas coisas que possui “a mais” é o fato de ser quem mais come, mais dorme, mais se atrasa, mais reclama entre outros “mais” do gênero.

18) – “Em compensação”, o que mais possui “de menos” é o fato de ser quem menos trabalha, menos produz e que, como prêmio, é o primeiro que sempre é mandado embora. Aí volta ao seu estado natural: ficar o mais à toa possível. Isso porque empresa que pague uma fortuna para não se fazer nada, afinal de contas, NÃO EXISTE.

O resto do perfil agora fica fácil de flagrar, certamente todo mundo conhece pessoas que se enquadram perfeitamente nesse “Karma 8″ (se não for o seu próprio caso), coisa que afeta – estatisticamente comprovado pela Numerologia – com pelo menos 80 por cento dos brasileiros. Isso explica muito bem porque o Brasil é o que é…

Jornalista, Escritor, Terapeuta, Astrólogo, Numerólogo, Tarólogo. www.portaldf.com.br/onze – Fones (61) 3226-0003 ou (61) 3322-8060 (Brasília).

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NUMERÓLOGO DIZ QUE MUDA O BRASIL EM UMA GERAÇÃO

Postado por admin On julho - 29 - 2010 Adicionar Comentários

 

Felipe Porto

Apenas acrescentando uma ou mais letras entre H, Q ou Z no nome das pessoas, a partir da maior quantidade possível de crianças nascidas, além de oficializar o Z no nome do Brasil, numerólogo diz ser possível espantar o fantasma do “carma” da instabilidade financeira cíclica e histórica, a miséria e a pobreza do País.

A Numerologia analisa as qualidades das pessoas através das letras contidas no nome de nascimento. Do resultado geral, chega-se ao Número Pessoal, que revela a personalidade, profissões ideais, tendências positivas e negativas, destino e outros aspectos. Já pela AUSÊNCIA DE LETRAS pode-se conhecer as chamadas Lições Cármicas, que seriam indícios de resgates de vidas passadas. Representam as dificuldades, provações e aprendizados que teríamos que enfrentar na vida atual, partindo do pressuposto que estes problemas decorrem dos erros cometidos em encarnações pregressas.

Cada povo, de cada país, conforme suas raízes ancestrais e língua (leia-se letras a mais ou menos utilizadas nos nomes), possui características predominantes nas Lições Cármicas. No Brasil, é marcante a falta das letras H, Q e Z no nome das pessoas, sendo que todas valem 8 conforme a Numerologia Pitagórica (aliás, além de físico, matemático, astrônomo, etc., Pitágoras era um místico, astrólogo e numerólogo, tendo criado a religião denominada Pitagorismo). O 8 está associado ao poder e riqueza. Carente na maioria da população, conclui-se que nosso País seria uma espécie de “depósito de reencarnações de pessoas que em vidas anteriores tiveram muito poder e dinheiro, mas usufruíram disso de forma errada, ou gastando excessivamente, alimentando vaidades, egoísmo, avareza, entre outros defeitos de caráter manifestados no lidar com o dinheiro“.

Como exemplo prático, verificamos que países como o Japão, Estados Unidos e principalmente os de língua árabe, onde as letras H, Q e Z são muito comuns na escrita e nos nomes, suas populações são reconhecidamente obstinadas no trabalho, dedicação aos objetivos, conquistando com facilidade a estabilidade material e não raro a riqueza. Basta dizer que qualquer estrangeiro de origem oriental ou árabe, chegando ao Brasil ‘com uma mão na frente outra atrás’, em poucos anos constrói patrimônio. Não conheço um descendente de estrangeiro que viva na favela. Veja as listas de aprovados em vestibulares e confira, para resumir“, prossegue.

Ao longo de 30 anos de pesquisas e práticas ligadas à Numerologia, Astrologia, Tarot e outras especialidades ligadas à Magia e Esoterismo, o jornalista, escritor e terapeuta Felipe Porto pode verificar, em mais de – estima – 600 mil análises computadorizadas efetuadas em Shoppings e eventos por todo Brasil, que cerca de 80 a 90 por cento das pessoas de origem “brasileira” não possuem as letras H, Q ou Z no nome. Por isso seríamos uma nação de pessoas “carentes materialmente, sempre buscando e quase nunca alcançando a estabilidade material, com tanta pobreza, constantes planos governamentais para complicar a vida financeira e até mesmo explica nossos recordes mundiais de cheques-sem-fundos e calotes, e, a reboque, a criminalidade, entre outras tantas mazelas nacionais“, explica o numerólogo.

Dessa experiência direta pesquisando o que considera “um perfil muito representativo da sociedade brasileira“, criou num de seus diversos programas de computador a chamada Lição Cármica Número 8, que é impressa ou enviada via e-mail para aquelas pessoas cujo nome não possuem as letras H, Q ou Z. Eis o que diz a resposta, quando as letras H, Q ou Z não são encontradas no nome do consulente:

LIÇÃO CÁRMICA NÚMERO 8 ( AUSÊNCIA DAS LETRAS H-Q-Z )

PASSADO – Em vida anterior, Você fez mau uso do poder e do dinheiro. Viveu com muito luxo e riqueza, além de influência sobre as pessoas, mas usufruiu disso tudo com imprudência, gastando excessivamente ou com extrema avareza. Foi autoritário e insensível, usando sua riqueza para a ostentação, alimentando vaidades, opressão aos outros, avareza, entre outros erros cometidos no lidar com o dinheiro.

PRESENTE – Na vida atual, “status”, poder e saúde não serão facilmente obtidos. As responsabilidades de natureza material o dominarão. O tema “dinheiro” será de constante preocupação. Você deverá agora aprender a manter tudo o que o rodeia em perfeito equilíbrio e harmonia, em meio a freqüentes instabilidades. Terá que aprender a dominar suas vontades em vez de ser escravo delas. Tem tendências a desejar e adquirir coisas em excesso, muitas vezes inúteis ou que não dará o aproveitamento devido.

A vida lhe dará várias chances de ganhar dinheiro, mas esteja atento, pois serão testes à sua capacidade de evitar a vaidade, o orgulho e o egoísmo. Sem humildade e desprendimento, tem tudo para viver permanentemente em altos e baixos de dinheiro. Evite as dívidas, pois corre grande risco de ter sérios problemas financeiros. Este é o carma de ter que aprender a lidar e conhecer o verdadeiro sentido do dinheiro, pois na vida passada Você teve muito, mas usou-o de forma errada, com ostentação, orgulho e abuso de poder.

Como na vida passada se excedeu também com a força que o dinheiro proporciona, deve aprender nesta vida a dominar a aversão ao senso de autoridade, lei e justiça, enquadrando-se e buscando cumprir as regras e normas estabelecidas, caso contrário terá sempre a impressão de que o ‘sistema’ existe somente para lhe perseguir e prejudicar.

Cromoterapia : Opala ( Cor ) e Rosa
Nota Musical : Dó Maior”

Felipe Porto garante que a Numerologia tem o poder e a capacidade de mudar essa dificuldade existente na maioria da população brasileira, e em apenas uma geração, bastando que, de agora em diante, todas as crianças nascidas tenham no nome, pelo uma das letras H, Q ou Z, mais de uma delas ou até mesmo todas, se fosse possível. Para completar, até o nome do Brasil, que não tem essas letras que “trazem sorte com dinheiro“, deveria ser mudado, ou melhor, “caso o Brasil aceitasse o padrão mundial que é sermos denominados de Brazil, isso mesmo, com Z no nome, quebrando essa tradição maléfica e dando um ritmo mais acelerado e dinâmico a todo país“, acrescenta.

O numerólogo cita um detalhe intrigante, para reforçar suas idéias: “o último Presidente que tinha uma dessas letras no nome, Emílio Garrastazu Médici, ficou na história como o pai do chamado ‘Milagre Brasileiro’, em 1971, quando crescemos a uma taxa anual de 11,8 por cento do PIB, algo realmente fantástico a nível mundial. Depois dele, veio João Batista de Oliveira Figueiredo – junto com Antônio Delfim Netto para completar – que não tinha essas letras. Foi o começo da nossa ruína financeira e estouro da escalada inflacionária que tornou os anos 80 a conhecida Década Perdida“.

Com a chamada ‘redemocratização’ viria Tancredo Neves, que acabou deixando a vaga para José de Ribamar Sarney, depois Fernando Affonso Collor de Mello e Itamar Franco. Note que nenhum deles tinha as letras H, Q ou Z no nome. O Brasil só foi afundando economicamente, chegando aos patamares de incríveis 80 por cento de inflação num único mês, fora os fracassados e desastrosos Planos Cruzado, Collor 1 e 2, Bresser e outros pacotes que botaram nossa economia na lona“, prossegue.

Depois de tantos desastres financeiros que levaram milhões de empresários e cidadãos à bancarrota, tinha que vir um Presidente com as letras ‘abençoadas’ no nome para consertar o estrago, logicamente não sem o gosto amargo do remédio, domando a inflação e estabelecendo uma moeda estável, o Real. Fernando Henrique Cardoso, com H e Q no nome, para garantir, veio consertar a bagunça herdada de vários Presidentes, os quais igualmente à maioria da população, também com Carmas 8, ou seja, decorrentes da ausência das letras de mesmo valor. Mera coincidência?“, pergunta Felipe Porto.

Outro detalhe é que depois da “consertada” promovida por FHC na economia brasileira, depois de décadas de descalabro, veio o Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que se não tinha no nome os “H” e “Q” do antecessor, pelo menos tem um “Z” no nome, o que explica – a seu ver – porque conseguiu manter o compromisso de, pelo menos, não estragar o que foi feito antes dele.

Com as eleições 2010 se aproximando, embora não nutra qualquer simpatia por qualquer coisa ligado ao petismo-lulismo, Felipe Porto destaca que, se depender apenas de seu conhecimento e da esperança que o atual ciclo de progresso estabilidade econômica seja mantido nos próximos anos, tem de reconhecer que a candidata Dilma Vana Rousseff Linhares tem pelo menos um “H” no nome, embora não use o sobrenome “mais precioso”, enquanto José Serra (que pelo jeito é só José Serra mesmo) não tem nenhuma delas.

Para finalizar, o numerólogo dá outro exemplo: “não é por acaso que miséria não tem H, Q ou Z e riqueza tem duas dessas letras. Pitágoras, na antiga Grécia, ao estabelecer as bases da Numerologia, já tinha observado que não se trata apenas de mero detalhe“, conclui.

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Serviço:
Felipe Porto, 50 anos, é jornalista ( www.tribunabraziliana.com.br ), escritor, terapeuta, ativista de Direitos Humanos, astrólogo, tarólogo e numerólogo, com mais de 30 anos de atuação. No momento não dá mais consultas pessoais, tendo criado diversos softwares esotéricos, disponibilizando suas análises via Internet ( www.portaldf.com.br/onze ) , inclusive com uma grande variedade de consultas “on line” ( www.portaldf.com.br ) , realizando os eventos Brasília Mística & TecnoMagia em Shoppings por todo Brasil. É autor do livro “Bio-Ritmo: Leve a Vida, não Seja Levado por Ela” ( www.biociclos.com.br ), em cujo sistema baseia suas conhecidas previsões da Seleção Brasileira nas Copas do Mundo desde 1990, sendo publicadas inúmeros jornais do país, além de dezenas de entrevistas a rádios e emissoras de TV ( boa parte disponíveis no Youtube). Seu Blog é  www.portaldf.com.br/felipeporto o e-mail é fporto@portaldf.com.br .

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COMUNIDADE ECOLÓGICA DO PANTANAL

Postado por admin On julho - 28 - 2010 1 Comentário

Apresentação:

TERRITÓRIO ECOLÓGICO DO PANTANAL

1) – DAS ORIGENS:

A proposta de criação do Território Ecológico do Pantanal tem origens remotas na velha aspiração da cidade de Corumbá, junto com sua vizinha Ladário, hoje pertencentes ao Estado de Mato Grosso do Sul, de formarem uma unidade federativa independente, desde muito antes da Divisão de Mato Grosso, efetivada em 1979.

Corumbá é hoje a terceira mais populosa cidade de MS, sendo o mais antigo município do Estado, do qual, até a primeira metade do século XX, era sua mais importante metrópole comercial e política, a ponto de, no princípio do século passado, ter sediado temporariamente a Assembléia Legislativa de Mato Grosso, apesar de oficialmente a Capital ser em Cuiabá.

Como mais importante porto do Estado, sendo o terceiro mais importante do país, atrás apenas de Santos e Manaus, Corumbá era a porta de entrada e de saída de todo tipo de mercadorias através do Rio Paraguai, como ponto final de embarcações de calado oceânico, interligando-a as demais metrópoles da Bacia do Prata, tais como Asunción, Buenos Aires e Montevideo.

O município de Corumbá, com 65 mil quilômetros quadrados, é o mais extenso do Estado, representando quase 20 por cento da área total de Mato Grosso do Sul, sendo considerado ainda um dos maiores municípios do mundo, com uma extensão territorial maior que a de boa parte dos países existentes.

Seus limites abrangem dezenas de municípios de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, além de ter fronteiras com a Bolívia e Paraguay. Situada no coração do Pantanal Matogrossense, é conhecida e denominada justamente como “Capital do Pantanal”. Esta importância estratégica fez com que durante a Guerra do Paraguay ( 1864-1870 ), a cidade fosse tomada pelas forças de Solano López, sendo Retomada (feriado estadual em MS) no dia 13 de Junho de 1867.

A arquitetura da cidade, tombada pelo Patrimônio Histórico, guarda e testemunha este passado histórico, sendo diferente de tudo que se conhece no Brasil, com suas características semelhantes às demais metrópoles da Bacia do Prata, como Asunción, Buenos Aires e Montevideo. Devido sua posição estratégica, a região chegou a contar com 6 fortalezas, das quais ainda sobrevivem os Fortes Coimbra e Junqueira.

Apesar de toda essa influência estrangeira, Corumbá é, ao contrário do que seria de se esperar, como única cidade brasileira perdida e reconquistada em batalhas (Porto Velho ainda não era oficialmente Brasil, quando tomada dos bolivianos), onde se defendeu bravamente a nacionalidade brasileira a ferro, fogo e sangue de seus ancestrais, sendo arrasada e reconstruída. Após a Guerra do Paraguay, Corumbá renasceu para conquistar a liderança de uma vasta região do interior da América do Sul, incluindo partes da Bolívia e Paraguay, situação que ainda prevalece, mesmo diminuída.

Chegou a ter 25 agências de bancos internacionais e mais de uma dezena de Consulados, especialmente europeus. No início do século passado, foi apelidada como “pequena Babel”, pois ali se falava os mais diferentes idiomas, sendo o português o menos fluente na região. É hoje o mais importante centro urbano situado na imediata fronteira com os países da América do Sul.

Com a chegada dos trilhos da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil, vindos de São Paulo cortando o sul do então Mato Grosso até chegar à margem esquerda do Rio Paraguai, no distrito corumbaense de Porto Esperança, em 1914, a cidade entrou em declínio, sendo transformada de “portal de Mato Grosso” para “quintal” do Estado, já que antes a única ligação com o resto do Brasil e o mundo era através da navegação pelo Rio Paraguai.

Solapada em sua vocação natural como centro de navegação e comércio, Corumbá viveu desde então um êxodo de seus maiores comerciantes, muitos dos quais foram construir a prosperidade da então vila de Campo Grande, hoje Capital de MS. Sua população também entrou em diáspora, restando hoje cerca de 120 mil habitantes, quando deveria ter, caso fosse mantido o progresso dos tempos áureos do começo do Século XX, pelo menos 1,5 milhão de moradores. Durante a década de 70, a população local chegou a regredir numericamente, pois esse processo imigratório na verdade nunca mais cessou, até estancar nas últimas décadas.

A cidade conseguiu sobreviver com sua economia baseada na pecuária, (possuindo cerca de 4,5 milhões de cabeças de gado), mineração (com a exploração de uma das maiores reservas de minério de ferro e manganês do mundo, a Serra do Urucum), indústrias siderúrgicas, fábrica de cimento, exportação para a Bolívia e mais recentemente como porto exportador de cereais (a vizinha Bolívia é hoje a 7ª. maior exportadora mundial de soja, graças à presença maciça de agricultores brasileiros), com a travessia do gasoduto Bolívia-Brasil (que entra no Brasil através do município) e principalmente com o Turismo, este em franca expansão da atualidade (tendo como atrações a beleza natural, pesca no Pantanal, patrimônio histórico, festas folclóricas, eventos culturais, compras nas Zonas Francas bolivianas próximas, entre outras).

A Divisão MT-MS foi extremamente injusta com Corumbá e Ladário, riscando e dividindo o Pantanal de forma inconseqüente, já que se constitui um único ecossistema, uma única bacia hidrográfica, um único clima, uma mesma amálgama étnica e inclusive lingüística (com influência da língua nativa Guarany, especialmente no campo e nas tribos), com os mesmos costumes, cultura, folclore, grupos indígenas, história, origens e tudo mais que representa a verdadeira e indivisível Identidade Pantaneira.

Em duas ocasiões a criação do Estado do Pantanal esteve prestes a acontecer. Na primeira delas, em 1991, o Deputado Federal corumbaense Elísio Curvo tinha o compromisso pessoal assumido pelo então Presidente Fernando Collor de assinar a criação do Estado Pantanal, mas seu impeachment acabou impedindo que isso se concretizasse (veja matéria de jornal, no final). Em 2003, o Deputado Federal Fernando Gabeira (PV-RJ), apresentou um Projeto de Lei semelhante, em função do que foram inclusive realizadas consultas públicas em diversas cidades de MT e MS, com objetivo de se realizar um Plebiscito na região, mas a idéia, logicamente, não teve o apoio político regional necessário.

O antigo e nunca esquecido sonho de Corumbá e Ladário, juntamente com os demais municípios Pantaneiros, de formarem uma unidade independente de MT e MS, dentro da Federação, entretanto, que já era distante, torna-se cada dia mais uma utopia, indo inclusive contra a tendência mundial que caminha exatamente para o inverso, com a integração e a derrubada de fronteiras comerciais e até mesmo nacionais, como é o caso da Comunidade Européia, da ALCA e do próprio Mercosul.

Mas é exatamente dentro desse sistema moderno em que se fundamenta a formação das Comunidades transnacionais, que renascem as esperanças de Corumbá e Ladário de alcançarem o resgate do justo merecimento pela importância histórica, promovendo a reunificação da Identidade Pantaneira, através da formação de um Território ou Comunidade Ecológica do Pantanal, entidade transnacional e transestadual cuja sede, ou capital natural, não poderia ser outra senão Corumbá, situada numa cadeia de montanhas que representa uma verdadeira ilha no centro geográfico dessa região que se pretende alcançar, integrar e beneficiar com este Projeto.

É fato que, em função do estado de degradação do meio ambiente a que chegou a Humanidade nas últimas décadas, a preservação da natureza assume hoje a importância prioritária, como norteadora de todas as ações sociais, econômicas e políticas em todo o mundo, tendência essa que – acreditamos – está apenas em processo de início de conscientização e aplicação, citando como exemplos o Protocolo de Kioto, os Créditos de Carbono e a evidência do Etanol perante o mundo na atualidade, entre outros.

A criação da Comunidade Ecológica do Pantanal se justifica pela necessidade de integração macro-regional e de unificação de todas as políticas e legislações ambientais nos estados e países envolvidos, com a finalidade de garantir um desenvolvimento econômico e social sustentável, dentro de políticas unificadas e uniformes aplicadas em toda a região, tendo como premissa a preservação ecológica desse complexo e já tão prejudicado ecossistema, um dos mais ricos do mundo, declarado Patrimônio Nacional pela Constituição de 1988 e Patrimônio da Humanidade e Reserva da Biosfera pela UNESCO.

Esta entidade internacional e interestadual reunirá esforços de governos nacionais, estaduais, municipais e seus correspondentes na Bolívia e Paraguay, ou seja, as administrações dos governos centrais, departamentais, provinciais, municipais e das alcaldías que formam geográfica e hidrograficamente o Grande Pantanal, que envolve vastas regiões do chamado Chaco Boreal Paraguayo e o Tacuaral ou Chaco Boliviano, este ultimamente já assumindo a denominação de Pantanal Boliviano.

No Brasil, devido à visão geocêntrica de sua supremacia territorial, econômica e política, criou-se a impressão de que o Pantanal existe apenas no lado brasileiro. Entretanto, o mesmo não está limitado apenas à margem direita do Rio Paraguai: o verdadeiro Pantanal se estende, abrange, ou melhor, integra vastas regiões limítrofes da Bolívia e Paraguay, hoje geopoliticamente separadas, conforme se verifica nas imagens.

2) – DOS FUNDAMENTOS:

Mesmo assim, a criação dessa Comunidade ou Território Ecológico haverá de ter como base territorial não apenas os municípios cujo ecossistema apresentam características tipicamente Pantaneiras e sim, sua amplitude deverá, obrigatoriamente, ter como abrangência os territórios cuja drenagem fluvial tenha como desaguadouro natural os rios que formam a Bacia do Prata, ou mais exatamente, a Bacia do Rio Paraguai.

Isto porque a unificação de todas as políticas ambientais visando a preservação e o desenvolvimento sustentável do Pantanal, não pode prescindir de medidas ecológicas que abranjam, inclusive, desde as cabeceiras de todos os rios que correm para o interior da América do Sul, já que a preservação, por exemplo, das matas ciliares é um dos fatores determinantes para manutenção da perenidade dos rios Pantaneiros. Consequentemente, isto será a base de qualquer sistema eficiente de conservação da fauna e flora macro-regionais que se conceba, com conseqüências no próprio clima regional e planetário.

Como exemplo, destaca-se o caso da região agrícola de Mato Grosso do Sul, situada nos altos do Planalto Brasileiro e acima da Serra da Bodoquena, cujos rios correm em direção ao Pantanal. A devastação ocorrida nas matas ciliares de municípios como São Gabriel d’Oeste, Rio Verde, Coxim, Sonora e outros que viveram a explosão da agrícultura nas décadas passadas, ocasionou o completo assoreamento do Rio Taquari, um dos mais importantes do Pantanal. Antes navegável em quase toda extensão, o Taquari está hoje reduzido a bancos de areia, desalojado de sua calha natural, enquanto suas águas invadem, inundam e inutilizam centenas de fazendas antes dedicadas à criação de gado, a única alternativa econômica que sempre conviveu razoavelmente com o ecossistema regional.

Mapa da Bacia do Rio Paraguai, abrangendo partes de MS, MT, Bolívia e Paraguay.

3) – DA ESTRUTURA:

A Comunidade Ecológica do Pantanal, será uma entidade jurídica com autonomia financeira e administrativa com abrangência em todos os municípios de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul que formam a região do Pantanal Matogrossense e cujos rios formam a Bacia do Rio Paraguai. Deverá incluir no Paraguay os Departamentos de Alto Paraguay, Boquerón, Presidente Hayes, Concepción e San Pedro. Na Bolívia, as Províncias de Chiquitos, Germán Busch, Cordillera e Ángel Sandóval, integrantes do Departamento de Santa Cruz de la Sierra, em sua região conhecida como Oriente Boliviano.

Seu objetivo fundamental é integrar, unificar e padronizar as legislações ambientais existentes e propor aperfeiçoamentos, de forma a assegurar um desenvolvimento sustentável através das políticas públicas e privadas que envolvam a região.

Terá como Capital geográfica e administrativa a cidade de Corumbá, Mato Grosso do Sul, onde deverá ser construída uma sede onde terão gabinetes os representantes indicados por pelos países constituintes, Estados, Municípios brasileiros e Departamentos, Províncias e Alcaldías da Bolívia e Paraguay, que ocuparão as cadeiras da Assembléia, Conselho ou Congresso Pantaneiro, junto com um Centro de Convenções onde serão realizadas as Grandes Assembléias mensais no último final de semana de cada mês.

Organicamente, o Congresso Pantaneiro terá representantes com cadeiras e poder de voto indicados nas seguintes categorias:

a) – Governos Nacionais: representantes de Ministérios do Meio-Ambiente, órgãos fiscalizadores, Fundações e Institutos ambientais de alcance nacional do Brasil, Bolívia e Paraguay;

b) – Governos Estaduais: representantes de Secretarias de Meio-Ambiente, Polícias Florestais, Fundações, Institutos e demais órgãos ligados à ecologia, de MS, MT, Províncias e Departamentos do Paraguay e da Bolívia;

c) – Governos Municipais: representantes das Secretarias, Fundações, Institutos e demais órgãos ligados à ecologia, de todos os municípios de MT, MS, bem como de todas Alcaldías dentro da região na Bolívia e Paraguay;

d) – ONGS: Organizações Não-Governamentais de reconhecida atuação e efetiva participação no processo de preservação ambiental no território abrangido pela Comunidade;

Em outra categoria, como observadores e colaboradores independentes, mas sem poder de voto, atuando como fornecedores de subsídios, estudos e sugestões:

a) – Representantes ligados a Partidos Políticos compromissados com o meio-ambiente;

b) – Representantes de entidades internacionais, a exemplo da ONU, Unesco, Comunidades Econômicas e outros.

c) – Representantes de ONGs e entidades de alcance mundial na preservação do meio-ambiente.

Cada um dos países envolvidos, Brasil, Bolívia e Paraguay, terá sua sede regional da Comunidade e do Congresso Pantaneiro, sendo legítima e natural a escolha de Puerto Suárez na Bolívia e Fuerte Olimpo no Paraguay, onde se reunirão semanalmente os representantes regionais de cada país, debatendo e apontando pautas de negociação ou aprovação para a Assembléia Geral do final de cada mês em Corumbá.

O Estado de Mato Grosso terá como sede estadual da Comunidade Ecológica do Pantanal, a cidade de Cáceres, situada em pleno Pantanal, cuja legitimidade se acentua pelos laços históricos e culturais que mantém com a Bacia Prata, situada às margens do Rio Paraguai.

O Estado de Mato Grosso do Sul terá como sede regional a cidade de Miranda, por estar em pleno Pantanal e a uma distância equilibrada com relação aos demais municípios do Pantanal e integrantes da Bacia do Rio Paraguai, tais como Aquidauana, Anastácio, Porto Murtinho, Bela Vista, Guia Lopes, Jardim, Bonito, Bodoquena, Rio Negro, Rio Verde, Coxim, Dois Irmãos do Buriti, Terenos e outros.

Estima-se que com as diversas categorias de representantes com cadeira e voto na Assembléia Geral, o Congresso Pantaneiro deverá ter cerca de 300 membros indicados pelos países, estados, províncias, municípios e ONGs da região.

Trata-se de um projeto auto-sustentável cujo ônus para o Governo Brasileiro será praticamente nulo, já que cada representante terá sua remuneração e demais despesas bancadas e diluídas pelos próprios Governos, Prefeituras e demais entidades envolvidas.

Será necessária a construção de uma sede permanente do Congresso Pantaneiro, com previsão de pelo menos 300 gabinetes, com ocupação para dois funcionários cada, sendo um(a) secretário(a) e um(a) chefe de gabinete, o que vai gerar cerca de 600 empregos diretos em Corumbá, a Capital da Comunidade. Estes recursos serão buscados juntos aos respectivos Governos Nacionais, Estaduais e Municipais, e seus equivalentes no Paraguay e Bolívia, além de organismos internacionais e iniciativa privada.

A Capital terá com isso, a criação de um “evento” fixo que é a reunião mensal para a Assembléia Geral, fato que vai gerar o trânsito de pelo menos 600 visitantes (300 representantes e seus assessores) todo final de mês, injetando na economia local uma forte circulação de dividendos e dinamizando o Turismo regional, bem como a criação de milhares de empregos indiretos.

Além disso, este projeto significa um forte incentivo à arte, artesanato, cultura, folclore e mesmo esporte, com a realização de eventos paralelos durante a semana que antecede e se encerra com a Assembléia Geral, estimulando o desenvolvimento e divulgando os produtos típicos regionais.

A Comunidade Ecológica do Pantanal terá como objetivo máximo no território brasileiro, a criação de uma Superintendência do Desenvolvimento do Pantanal – SUDEPAN, entidade que sucederia e substituiria o extinto PRODEPAN – Programa de Desenvolvimento do Pantanal (que funcionou entre 1974 a 1978) como conseqüência da desativação da SUDECO – Superintendência do Desenvolvimento do Centro-Oeste.

Durante a vigência do PRODEPAN, Corumbá foi sede dessa organização que reuniu 26 dos municípios de Mato Grosso (ainda antes da Divisão de MT), envolvendo em seu território de abrangência o equivalente a 59% da população do Estado ainda uno.

O PRODEPAN foi o sucessor natural do CIDEPAN, Consórcio Intermunicipal para o Desenvolvimento do Pantanal, criado em 1971. Contava com a participação inicial de quinze municípios do Pantanal, tendo participado do 1º Encontro do PRODOESTE, que contou, também, com a presença do então Ministro Reis Veloso, responsável pela formação de um Grupo de Estudos para um Programa de Desenvolvimento do Pantanal, constituído por representantes do Ministério do Planejamento, do Governo estadual, municípios e entidades regionais.

O primeiro presidente do CIDEPAN foi o então prefeito de Corumbá, Acyr Pereira Lima (1971-1974), fato que reafirma a liderança natural e indiscutível desta cidade em toda a região do Pantanal. A Divisão de Mato Grosso, efetivada em 1979, com a separação do Território Pantaneiro, foi uma das causas da dissolução ou pelo menos, a dispersão das iniciativas regionais integradas. O objetivo maior deste projeto é de reunificação e integração macro-regional, agora com uma visão e alcance internacional, seguindo a tendência mundial das Comunidades Econômicas, desta feita tendo tudo para ser a primeira no mundo voltada para Ecologia, modelo que poderá ser replicado com relação à Amazônia (com a criação da Comunidade Ecológica da Amazônia, com sede em Rio Branco do Acre).

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Em 2005 foi firmada a “Carta de Poconé”, entre os cinco países que integram o sistema dos Rios Paraguai e Paraná: Argentina, Brasil, Bolívia, Paraguay e Uruguai. A Carta prevê ações para a conservação e o desenvolvimento sustentável de forma integrada da Bacia do Prata. Também, a conformação de um GT (Grupo de Trabalho) com membros de todos os países envolvidos, propondo as principais atividades do grupo. Mais de 20 milhões de pessoas vivem dentro das Bacias dos Rios Paraguai e Paraná, maior sistema hídrico da América do Sul.

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Segundo a WWF, existem no Pantanal 650 espécies de aves, 80 de mamíferos, 260 de peixes e 50 de répteis. É uma região de grande importância para preservação da biodiversidade, considerada um dos maiores centros de reprodução da fauna da América. Já foram catalogados ali mais de 263 espécies de peixes, 122 espécies de mamíferos, 93 espécies de répteis, 1.132 espécies de borboletas, 656 espécies de aves e 1.700 espécies de plantas.

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LINKS PARA PESQUISA:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Pantanal 
http://es.wikipedia.org/wiki/Chaco_Boreal
http://pt.wikipedia.org/wiki/Corumbá
http://en.wikipedia.org/wiki/Paraguay
http://pt.wikipedia.org/wiki/Bolívia
http://pt.wikipedia.org/wiki/Santa_Cruz_(Departamento)

FELIPE PORTO
Jornalista, Escritor, Terapeuta, Empresário e ativista de Direitos Humanos
Contatos: (61) 9221-0058 (celular), 3226-0003 (escritório) ou 3322-8060 (loja)
Referências pessoais:
http://www.portaldf.com.br/credenciais/
E-mail: felipeporto.com@gmail.com

Brasília – DF, 21 de Setembro de 2007

“Pela reunificação da Identidade Pantaneira”

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É O NOSSO VELHO E ETERNO SONHO QUE GANHA UMA NOVA E VIÁVEL CHANCE DE VIRAR REALIDADE !!!

COMUNIDADE ECOLÓGICA DO PANTANAL
VEJA A REPERCUSSÃO EM POUCOS DIAS APÓS A PRIMEIRA DIVULGAÇÃO:

CORREIO DE CORUMBÁ:

http://correiodecorumba.com.br/jornal/index.php/ver_categoria/categoria/pequenas_noticias
http://correiodecorumba.com.br/jornal/index.php/ver_versao_impressa/territorio_ecologico_do_pantanal/
http://correiodecorumba.com.br/jornal/index.php/ver_versao_impressa/injustica_cometida_contra_elisio_curvo/
http://correiodecorumba.com.br/jornal/index.php/ver_versao_impressa/elisio_curvo_se_manifesta/

PARTIDO VERDE:

http://www2.pv.org.br/noticia.kmf?noticia=8258149&canal=253
http://pv2.interjornal.com.br/noticia.kmf?noticia=8258149&canal=253&total=20620&indice=0
http://pv2.interjornal.com.br/noticia.kmf?noticia=8258149&canal=253&total=24702&indice=10

PANTANALNEWS:

http://www.pantanalnews.com.br/contents_print.php?CID=23027
http://www.pantanalnews.com.br/contents.php?CID=23027

MATÉRIAS RELACIONADAS:

http://www.estado.com.br/editorias/2006/05/02/ger108461.xml
http://www.gabeira.com.br/noticias/noticia.asp?id=2299
http://www.gabeira.com.br/noticias/noticia.asp?id=2272
http://www.diariodecuiaba.com.br/detalhe.php?cod=246823&edicao=11457&anterior=1

SITE OFICIAL DO PROJETO:

http://www.portaldf.com.br/sudepan/

PESQUISE NO GOOGLE (cada dia tem mais):

http://www.google.com.br/search?q=”Comunidade+Ecológica+do+Pantanal”&hl=pt-BR&filter=0

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POSIÇÃO DE LINKS ATUALIZADA SOMENTE ATÉ DIA 31/03/2009

TEXTO REVISADO EM 27/07/2010 PARA O JORNAL “TRIBUNA BRAZILIANA” E BLOG DO AUTOR

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VEJA A VERSÃO ATUALIZADA DE JANEIRO  DE 2013 DESTE PROJETO, NOS LINKS:

www.portaldf.com.br/sudepan

www.portaldf.com.br/jornal/materias/comunipan

E conheça nossa página no Facebook, com atualizações constantes sobre este Projeto:

www.facebook.com/Comunidade.Ecologica.do.Pantanal

que fez com que o assunto ganhasse dezenas de milhares de referências no Google, confira:

Pesquisa Google: “Comunidade+Ecológica+do+Pantanal”

NOSSO PROJETO JÁ TEM PARECER FAVORÁVEL DO MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE, ENCAMINHADO PELA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA!

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BRASILEIROS E BRASILIANOS

Postado por admin On julho - 27 - 2010 Adicionar Comentários

 

Por 500 anos mentiram para nós. Esconderam um dado muito importante sobre o Brasil. Disseram-nos que éramos brasileiros. Que éramos cidadãos brasileiros, que deveríamos ajudar os outros, pagando impostos sem reclamar nem esperar muito em troca. Esconderam todo esse tempo o fato de que o termo brasileiro não é sinônimo de cidadania, e sim o nome de uma profissão. Brasileiro rima com padeiro, pedreiro, ferreiro. Brasileiro era a profissão daqueles portugueses que viajavam para o Brasil, ficavam alguns meses e voltavam com ouro, prata e pau-brasil, tiravam tudo o que podiam, sem nada deixar em troca.

Brasileiros não vêem o Brasil como uma nação, mas uma terra a ser explorada, o mais rápido possível. Investir no país é considerado uma burrice; constituir uma família e mantê-la saudável, um atraso de vida. São esses brasileiros que viraram os bandidos e salafrários de hoje, que sonham com uma boquinha pública ou privada, que só querem tirar vantagem em tudo. Só que você, caro leitor, é um brasiliano. Brasiliano rima com italiano, indiano, australiano. Brasiliano não é profissão, mas uma declaração de cidadania.

Rima com americano, puritano, aqueles abnegados que cruzaram o Atlântico para criar um mundo melhor, uma família, uma nova nação. Que vieram plantar e tentar colher os frutos de seu trabalho, sempre dando algo em troca pelo que receberam dos outros. Gente que veio para ficar, criar uma comunidade, um lar. Que investiu em escolas e educação para os filhos e produziu para consumo interno. Foram os brasilianos que fizeram esta nação, em que se incluem índios, negros e milhões de imigrantes italianos, espanhóis, japoneses, portugueses, poloneses e alemães que criaram raízes neste país.

Brasilianos investem na Bolsa de Valores de São Paulo. Brasileiros investem em offshores nas Ilhas Cayman ou vivem seis meses por ano na Inglaterra para não pagar impostos no Brasil. Brasileiros adoram o livro O Ócio Criativo, de Domenico de Masi, enquanto os brasilianos não encontram livro algum com o título O Trabalho Produtivo, algo preocupante. Como dizia o ministro Delfim Netto, o sonho de todo brasileiro é mamar nas tetas de alguém. Quem está destruindo lentamente este país são os brasileiros, algo que você, leitor, havia muito tempo já desconfiava. Infelizmente, o IBGE não pesquisa a atual proporção entre brasileiros e brasilianos neste país. São as duas classes verdadeiramente importantes para entender o Brasil. Mais importante seria saber qual delas está aumentando e qual está diminuindo rapidamente, uma informação anual e estratégica para prevermos o futuro crescimento do país.

Não vou fazer estimativa, deixarei o leitor fazê-la com base nas próprias observações, para sabermos se haverá crescimento ou somente a continuação do “conflito distributivo” deste país. O eterno conflito entre aqueles que se preocupam com a geração de empregos e aqueles que só pensam na distribuição da renda. Os brasilianos desta terra não têm uma Constituição, que ainda é negada a uma parte importante da população. Uma Constituição feita pelos verdadeiros cidadãos, que estimule o trabalho, o investimento, a família, a responsabilidade social, a geração de renda, e não somente sua distribuição. Uma Constituição de obrigações, como a de construir um futuro, e não somente de direitos, de quem quer apenas garantir o seu. Precisamos escrever e reescrever nossos livros de história. Em vez de retratarmos o que os brasileiros (não) fizeram, precisamos retratar os belos exemplos e contribuições do povo brasiliano para esta terra. Um livro sobre a História Brasiliana, da qual teríamos muito que nos orgulhar. Vamos começar 2008 tentando ser mais brasilianos e menos brasileiros.

São 500 anos de cultura brasileira que precisamos mudar, a começar pela nossa própria identidade, pelo nosso próprio nome, pela nossa própria definição.

Stephen Kanitz
Stephen Kanitz é administrador (http://www.kanitz.com.br/)

 Revista Veja, Editora Abril, edição 2040, ano 40, nº 51, 26 de dezembro de 2007, página 22

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“NUNCA ANTES NA HISTÓRIA DESTE PAÍS”

Postado por admin On julho - 27 - 2010 Adicionar Comentários

Pronto, Lulla já está com seu nome gravado para toda posteridade:

“NUNCA ANTES NA HISTÓRIA DESTE PAÍS” tivemos  um Governo tão corrupto, ficando para a eternidade gravado na história como o Governo do Mensalão, dos Sanguessugas, das Máfias dos Bicheiros, dos Caça-Níqueis, do Dossiê Fajuta dos Aloprados e mais um interminável rosário de escândalos (são mais de CEM!), constantes e ininterruptos ao longo desse Governo, envolvendo ministros, senadores, deputados, políticos da “base aliada”, compadres, churrasqueiro particular e até irmão e filho do Presidente, que sempre alega que “não sabia de nada”.

“NUNCA ANTES NA HISTÓRIA DESTE PAÍS” tivemos um Presidente, um Governo ou um Partido que teve a capacidade de COMPRAR com verbas públicas, dinheiro de corrupção, cargos e salários, de forma escancarada, tantos grupos políticos, partidos e bancadas, loteando e aparelhando completamente a estrutura do estado, tudo em nome da manutenção de um projeto de poder cuja continuidade, não vendo possibilidade de sustentar o 3º. mandato de Lulla, pretende se perpetuar através de uma candidata (Dilma Roussef) fabricada e vendida a peso de ouro para ser eleita! 

“NUNCA ANTES NA HISTÓRIA DESTE PAÍS” tivemos um Presidente ou qualquer outro político que, escorado em sua popularidade (esta construída em cima de um mito, que é sua origem humilde e semi-letrada, mantida com propaganda e marketing avassaladores), teve a coragem de assumir publicamente o apoio a figuras tão desmoralizadas nacionalmente, tais como Renan Ca(na)lheiros, Fernando Collor, Jáder Barbalho, José Sarney, Severino Cavalcante e outras tantas figuras deploráveis, tudo em nome da manutenção da “governabilidade” através da formação da chamada “base aliada”, vendendo a alma em troca de apoio político!

“NUNCA ANTES NA HISTÓRIA DESTE PAÍS” tivemos um Governo tão caótico, que instaurou o caos aéreo, rodoviário, marítimo-portuário, ferroviário, o apagão elétrico, o caos da falta de segurança pública e da violência, o caos na saúde com tanta gente morrendo nas portas dos hospitais e a dengue transformada em epidemia, do caos na educação, do caos agrário com o MST roubando terras particulares e doutrinando as crianças em escolas e faculdades comunistas, o caos moral, instituindo o desrespeito às leis e aos órgãos controladores como uma política de Governo, enfim, um país inteiro totalmente caótico e desestruturado.

“NUNCA ANTES NA HISTÓRIA DESTE PAÍS” tivemos um Governo tão incompetente em promover o progresso nacional, incapaz de aproveitar os tempos de recordes inéditos de desenvolvimento mundial, agora desperdiçado, mas que mediante índices pífios que só ganhavam do Haiti na América do Sul, às portas das eleições 2006 simplesmente FRAUDOU os índices de crescimento do PIB com a cumplicidade do IBGE, que rebaixou as taxas dos tempos de FHC e aumentou dos anos anteriores de Lulla! Só mesmo o crescimento mundial nunca visto antes explica porque o Brasil não parou de vez! Mesmo assim, os “índices” fraudulentos que o Governo propagandeia só existem nos números e nas cabeças dos detentores do poder no Planalto, pois aqui na “planície”, a realidade está cada vez pior! Onde está o alardeado “Progresso da Era Lula”? 

“NUNCA ANTES NA HISTÓRIA DESTE PAÍS” tivemos um Brasil como a maior carga de impostos do mundo, com a maior taxa de juros do mundo, uma burocracia jurássica e corrupta cada vez mais inchada, com o maior déficit público, a maior dívida pública, o maior déficit previdenciário, o maior endividamento do estado, entre outros desastres econômicos já evidentes ou em fase de “bomba-relógio” para explodirem em breve, inclusive com a inédita elevação do nível de endividamento PESSOAL de cada brasileiro (a maioria devendo prestações intermináveis de carro, imóvel, eletrodomésticos, materiais de construção e outras dívidas, alimentadas e incentivadas pelo Governo!). 

“NUNCA ANTES NA HISTÓRIA DESTE PAÍS” tivemos um período de tamanha estagnação quanto às necessárias (há décadas!) reformas em todos os setores que atravancam o desenvolvimento nacional, tudo em nome de não mexer em “matérias impopulares”, comprometendo o futuro do país e das próximas gerações, impedindo que as reformas previdenciária, judiciária, política e tributária fossem sequer discutidas, preservando uma legislação trabalhista jurássica herdada do nazi-fascismo, enquanto grande parte dos impostos são desviados para ações assistencialistas corrupto-eleitoreiras (corrompendo os pobres para ganhar-lhes os votos).

“NUNCA ANTES NA HISTÓRIA DESTE PAÍS” vimos um governo tão incompetente e cínico, manipulando descaradamente as informações, mesmo “ajuntando” projetos velhos de todos os órgãos e empresas vinculadas, para montar os planos PAC-I e PAC-2, ambos fantasiosos e demagógicos, anunciados após ser mostrado ao país todo (nas eleições presidenciais de 2006) que o “crescimento” do Brasil era ridículo (só ganhava do Haiti…). Hoje, passados quatro anos, às portas das Eleições 2010, esses “planos” continuam emPACados, enquanto o Governo insiste em anunciar “crescimentos” do PIB e “aumentos de emprego” inexistentes, pois a realidade do país é completamente oposta! 

“NUNCA ANTES NA HISTÓRIA DESTE PAÍS” vimos um Governo apoiar e se aliar tão descaradamente os regimes e ditadores ESCÓRIAS DA HUMANIDADE, tais como o venezuelano Hugo Chávez, o indígena boliviano Evo Morales, o equatoriano Rafael Correa, os cubanos Fidel e Raul Castro, do golpista fracassado de Honduras (Manuel Zelaya), o ditador  e fraudador de eleições iraniano Mahmoud Ahmadinejad, o terrorista líbio Muammar Kadhafi, o genocida sudanês Omar Al-Bashir (condenado mundialmente pelo massacre de Darfur), o ditador e chantageador atômico coreano Kim-Jon Il e mais uma meia-dúzia de ditadores africanos sanguinários, tudo em nome de “negócios” e buscando apoio para se tornar membro permanente do Conselho de Segurança da ONU (uma piada, para um país que, apenas comparando-o na América do Sul, tem um Exército, Marinha e Aeronáutica que perdem em números e armamentos até para a Argentina, Chile, Venezuela e Colômbia!)

“NUNCA ANTES NA HISTÓRIA DESTE PAÍS” e provavelmente de qualquer país do mundo, vimos num Governo tão “banana” e covarde, sendo saqueado por todos seus vizinhos nanicos, sem tomar atitudes que garantam a nossa SOBERANIA, como nos casos das refinarias da Petrobrás ROUBADAS pelo boliviano Evo Morales; a invasão das obras da empreiteiras brasileira no Equador; as exigências absurdas do paraguaio Fernando Lugo em nome de seu país que NENHUM CENTAVO investiu na construção de Itaipú (obra toda paga pelo dinheiro de nosso bolso!), ganha DE GRAÇA a metade da energia produzida e cujo excedente era revendida a preço de mercado internacional para o próprio Brasil e ainda por cima ACHA POUCO, exige mais e o Brasil entrega de bandeja! No caso das refinarias da Bolívia, qualquer país minimamente DECENTE teria dado um prazo para desocupação, sob pena de BOMBARDEIO! Mas no caso de nosso país “deitado eternamente em berço esplêndido”, tudo que o lulismo-petismo fez foi VENDER O QUE É NOSSO (pago com nossos impostos!) a “preço de banana”. Somos mesmo uma república bananeira, não é mesmo? 

“NUNCA ANTES NA HISTÓRIA DESTE PAÍS” tivemos nossos conterrâneos sofrendo tamanhas perseguições, assaltos, expulsão, mortes e roubos de suas terras, como é o caso dos agricultores “brasiguaios” e “brasivianos”, que transformaram o Paraguai e a Bolívia em exportadores de cereais (sobretudo a soja), quando antes só plantavam para produzir MACONHA E COCAÍNA e continuam sendo expulsos – cada vez mais – pelos “MSTs” da vida, roubando e destruindo o resultado de todo seu esforço, sem que o Brasil saia em defesa de seus cidadãos e muito menos tome uma atitude enérgica em defesa de nossos conterrâneos! E ainda por cima o Brasil está financiando a rodovia conhecida como “trans-cocaineira” que pretende asfaltar a região do Chapare (maior produtora de coca na Bolívia, reduto eleitoral de Evo Morales)! Mais uma vez com o dinheiro do nosso bolso! 

“NUNCA ANTES NA HISTÓRIA DESTE PAÍS” tivemos um Presidente que manda prender atletas foragidos de uma ditadura comunista sanguinária como a de Cuba e os devolve às masmorras de origem; protege um terrorista condenado em dois países (Cesare Battisti), chama os prisioneiros políticos cubanos de “marginais” (alguns em greve de fome e outros já mortos em protestos!), enquanto o mundo todo luta para libertá-los como prisioneiros de consciência ou políticos que de fato são, como fez a Espanha recentemente … 

“NUNCA ANTES NA HISTÓRIA DESTE PAÍS” tivemos um Presidente que TRANSGRIDE de maneira tão flagrante, constante, repetitiva e frontal as LEIS VIGENTES, especialmente a Lei Eleitoral como vemos agora, no afã de emprestar votos à sua cúmplice Dilma Roussef (a quem disse que daria um “cheque em branco”: o leitor faria o mesmo a um petista, qualquer que fosse ele?). Ilusão seria esperar outra coisa, afinal toda a PeTralhada é formada por subversivos, comunistas, ex-terroristas, ex-guerrilheiros, ex-seqüestradores, ex-assaltantes, “ex-croques” e outros “ex” que – fica claro – não se aplicam, pois as práticas continuam as mesmas, agora SUBVERTENDO o sistema mesmo dentro do próprio Governo! Interessante é que a sigla PT está dentro de muitas palavras que se aplicam ao Partido perfeitamente, tais como mentecaPTos, corruPTos, clePTomaníacos, além de incomPeTentes! Os que hoje formam o Governo e aos quais não se aplicam tais “qualificativos” ou “antecedentes” da esquerdalha PilanTra, são apenas cúmplices, aliados para se refestelar, continuar rapinando o país e corrompendo as últimas bases da legalidade, da decência e da honestidade! 

“NUNCA ANTES NA HISTÓRIA DESTE PAÍS” tivemos um Presidente… 

A lista é extensa, vamos continuar atualizando, mas para isso contamos também com sua colaboração. Mande seu comentário, estamos esperando… 

SÓ MESMO UM POVO OTÁRIO COMO O NOSSO, ANESTESIADO E ALIENADO POR FUTEBOL, NOVELAS, CARNAVAL, “BIG-BROTHERS” DA VIDA, PELO CULTO À BOÇALIDADE E À NULIDADE, PODE APROVAR UM GOVERNO DESTES E AINDA LHE DAR AVAL PARA CONTINUAR COM TANTOS DESMANDOS!

“NUNCA ANTES NA HISTÓRIA DESTE PAÍS”… POBRE PAÍS DE BRASIDIOTAS!!!

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PARTIDO FIM DA POLÍTICA

Postado por admin On julho - 27 - 2010 Adicionar Comentários

A política é uma doença. Os políticos são seus agentes transmissores. O infectado é o povo, vitimando assim a nação como um todo. 

É unanimidade que a política é um mal, um verdadeiro câncer que infecta nosso país. Para alguns, defensores de uma “democracia”, que no Brasil não funciona em favor do povo, trata-se de “um mal necessário”, mas pelo que vamos demonstrar a seguir, na verdade trata-se de “um mal absolutamente desnecessário”. 

O PFP – Partido Fim da Política, tem como meta número 1 acabar com a política, através da autodissolução do Congresso Nacional e do Poder Executivo, pelo menos nos moldes atuais, substituindo essa estrutura ineficiente, corrupta, demagógica e extremamente onerosa por um Conselho dos Sábios da Nação. 

Trata-se de um projeto utópico, pode parecer, mas a cada novo escândalo envolvendo os políticos – que parecem incorrigíveis em sua sanha cleptomaníaca – cresce a certeza entre a população de que melhor seria se não houvesse os políticos. “O Brasil ainda cresce um pouco porque os políticos também dormem”, é uma frase muito dita neste país. É uma verdade da sabedoria popular. 

Cada aprofundamento na constante, repetitiva e crescente decepção que os políticos causam ao povo, faz com que cada vez mais, a política seja considerada algo desprezível e detestável pela quase totalidade dos eleitores. Isto realimenta o desinteresse geral pela política, tornando-a, cada vez mais, instrumento para pessoas inescrupulosas manipularem seus interesses na conquista de poder. 

Nessa situação de a maioria se dizer “nem aí” para os políticos, vemos se reelegerem os mensaleiros, sanguessugas, entre tantos corruptos desmascarados publicamente, mas que pela falta de atitude afirmativa do eleitorado, movida pela decepção e desinteresse, acabam sobrevivendo seguidamente a cada eleição. Figuras políticas de imagem notória de desonestidade voltando a ocupar novos cargos a cada nova eleição, para incredulidade daqueles poucos eleitores “politicamente esclarecidos”. 

Só que a grande maioria da população não se enquadra nesse perfil, mas muito pelo contrário, vota majoritariamente naqueles que lhes proporcionam promessas, favores e esmolas, ou seja, corrompem suas consciências, ação esta que nunca – evidentemente – poderia partir de um político decente – se é que isso existe no Brasil. Quem corrompe é corruptor e corrupto. Quem aceita ser ludibriado é corrompido e corrupto também. Assim, o brasileiro vive uma relação espúria, de cumplicidade e cinismo com a política e seus praticantes, os famigerados “políticos profissionais”. 

“Se todos eles são ladrões, voto naquele que repartir um pouco comigo”. O Brasil consagrou também os políticos que “roubam, mas fazem”. Até porque “sem fazer” não há como justificar que metam a mão diretamente no sofrido “dinheiro público”, pois a distribuição de recursos para obras e aquisições governamentais é a forma mais escancarada de se faturar comissões, apoios financeiros e outras formas de corrupção. 

Isso tudo dito, logicamente, ressalvando-se as raríssimas exceções, que de tão escassas sequer nos chega a causar lembrança de imediato, no que se refere a nomes, dessas criaturas em “fase de extinção”, verdadeiras “moscas brancas” no esdrúxulo cenário político brasileiro. 

Há também uma parcela dos que se definiria como “sensíveis aos clamores populares”, verdadeiros falsários, defendendo teses como “a preservação dos direitos dos trabalhadores”, a “luta pela igualdade social”, a defesa da “reforma agrária”, a garantia de “saúde para todos”, o acesso “à educação em todos os níveis” entre outras patacoadas, quando na verdade, sob a fachada de agradar “a mineiros e goianos”, estão a aprofundar os grilhões que aprisionam o país a um atraso cada vez mais evidente perante as nações desenvolvidas. 

Isto porque, é sabido, inclusive por eles próprios (caso não sejam realmente ignorantes a respeito dos verdadeiros problemas nacionais), que a solução dos obstáculos que atravancam o desenvolvimento social e econômico do Brasil passa – obrigatoriamente – por medidas que certamente haverão de desagradar diferentes parcelas da população, cortando supostos benefícios e privilégios que, caso fossem corrigidos, beneficiariam ao povo e a nação como um todo. 

Mas a demagogia, fruto do temor em desagradar este ou aquele grupo, faz com que esses políticos evitem sequer pronunciar quais são esses temas delicados, fugindo dos mesmos como se fossem verdadeiros “tabus”, pelo fato de normalmente tratarem-se de temas “impopulares” e, portanto, uma forma de suicídio político. 

Por isso resta-lhes só trabalharem de verdade em favor de seus interesses mesquinhos, o apadrinhamento político, de fisiologia, de nepotismo, conquista de poder, garantia de seus espaços políticos e como de regra, amealhar o máximo possível de recursos financeiros, senão desviados diretamente dos cofres públicos, através da corrupção via negociação de favorecimento ao Poder Executivo ou a grupos de interesse corporativo. 

Como corromper um povo acostumado a “vender seu voto” custa muito caro, a política brasileira pode ser resumida em um negócio como qualquer outro – mas neste caso fundamentalmente desonesto – onde o lucro é buscado a qualquer preço para garantir o retorno do “capital investido”. Melhor ainda se de “forma multiplicada” e inclusive em quantidade suficiente para garantir a continuidade como “reinvestimento”, o que, em outras palavras, pode ser traduzido em “reeleição”. 

Os maus negociantes da política brasileira, tais quais os maus empresários ou empreendedores, acabam também enfrentando a “falência política”. Perder eleição no Brasil talvez seja uma forma de tirar uma espécie de “Atestado de Bons Antecedentes”, pois é sabido que político honesto, sincero, decente, inteligente etc., não ganha eleição. 

Como visto, seja da forma e pelos meios que seja, pode-se generalizar que os políticos chegam aos seus cargos normalmente por meios ardilosos, desonestos, mentirosos, senão mesmo ilegais, como tantos que se vê no noticiário, mas sempre, no mínimo, praticam um estelionato contra a consciência nacional, defendendo – conscientemente se forem do tipo cínico e inconscientemente se do tipo ignorante – teses que só fazem aprofundar o atraso nacional. 

Seria enfadonho demais seguir mostrando os prejuízos que a existência dos políticos causa ao país, mas vamos diretamente ao que mais importa: como acabar com essa praga que se denomina POLÍTICA, garantindo a continuidade da democracia? 

A resposta é a dissolução pura e simples do Congresso Nacional e da instituição chamada de Presidência da República e seus braços que formam o chamado Poder Executivo. 

Mas como fazer isso sem uma revolução, uma guerra, uma ditadura, ou no mínimo evitando traumas à população? 

A resposta única é: UTILIZANDO-SE EXATAMENTE DOS INSTRUMENTOS PROPORCIONADOS PELO PRÓPRIO “INIMIGO” QUE SE QUER COMBATER: A POLÍTICA, na forma como está constituída atualmente, aproveitando-se de suas próprias regras vigentes, construindo uma espécie de “cavalo de tróia” para penetrá-la e finalmente, extingui-la. 

Assim, através da formação de um Partido Político, seguindo estritamente a Legislação Eleitoral, desenvolvendo-se desde sua base em núcleos e diretórios estaduais, até conquistar seu registro definitivo e conseqüente espaço gratuito na mídia, além de atuar fortemente através da internet, para assim ingressar com candidaturas em todos os níveis, conquistando progressivamente cadeiras de vereadores, prefeitos, deputados estaduais e federais, senadores e o objetivo final, que é a Presidência da República e a maioria no Congresso Nacional. 

Mas sendo também um Partido Político, em que difere o PFP de tantos outros aos quais prega o combate e busca sua extinção? 

Pela defesa radical e compromissada de cada membro, por escrito, na forma legal, sob pena de perda do cargo, cujo parecer jurídico mais recente reconhece como sendo “propriedade do Partido”, sob juramento público, de que assim que conquistar maioria suficiente para aprovar através de uma Lei Magna, a declaração de AUTODISSOLUÇÃO do Congresso Nacional e do chamado Poder Executivo, sendo tais instituições substituídas pelo Conselho de Sábios da Nação. 

Este Conselho será em número de membros semelhante ao atual Congresso Nacional, sendo as cadeiras de deputados federais distribuídas conforme as mais diferentes áreas de interesse nacional (saúde, educação, segurança pública, economia, previdência, transportes, forças armadas, relações internacionais, ecologia, ciência e tecnologia, artes e cultura etc.), preenchidas pelos mais consagrados e reconhecidos especialistas em cada área, além de pessoas de notório conhecimento em cada um desses setores, escolhidos pelas entidades representativas de cada um deles. Essas cadeiras serão vitalícias ou de duração estabelecida previamente, em debate público. 

Nos moldes do atual Senado, teremos um Conselho Superior com a mesma quantidade de cadeiras, preenchidas de acordo com a proporcionalidade dos setores representados, eleitos pelos e entre os próprios especialistas, de forma que se estabeleça uma liderança temporária, com duração máxima de um ano. 

Ambos os Conselhos elegerão para exercício de um ano também, um representante do Brasil perante as demais nações do mundo, com função equivalente ao atual Presidente da República. 

Toda estrutura dos Ministérios será preservada, mas após uma reavaliação criteriosa no que diz respeito à criação de novos Ministérios, fusões ou extinções, conforme a necessidade de cada um, apenas com diferencial de serem geridos em moldes da iniciativa privada, a partir de critérios de experiência, competência, estabelecendo-se como fundamento a “meritocracia”, avaliada constantemente pela produtividade e pelo acerto de decisões. 

Como ato supremo, após a implementação de tais propostas, o PFP declararia sua auto-extinção como Partido Político, completando sua missão histórica de implantar a autêntica democracia, em que a sociedade escolhe seus melhores cérebros para gerir o futuro da nação. 

Isto é, em resumo, o que propõe o Partido Fim da Política, cujo ato final será entregar o país a uma administração moderna, futurista, utópica, que certamente deverá ser copiada progressivamente pelos demais paises, até a formação de um Conselho Mundial de Sábios, com representantes de todos os países e assim estabelecer um Governo Mundial, que trará a paz e o progresso permanente, meta tão sonhada por toda a Humanidade em sua história. 

Partido do Fim da Política.

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